19 setembro 2014

10 Motivos para Votar no Futuro Deputado Estadual: Platiny Soares (PV) nº 43.190


Quando falamos em renovação política, tratamos deste tema com excelência, onde o jovem revolucionário Platiny Soares Lopes (PV) nº 43.190, candidato à deputado estadual no Amazonas em 2014, tem uma bagagem invejável e que preocupa seus adversários.

De acordo com algumas pesquisas de intenção de voto, Platiny Soares Lopes (PV) nº 43.190, possui grandes chances de ser eleito por sua categoria, que o tem como verdadeiro representante de classe, por ser corajoso e lutar por inúmeros benefícios para sua categoria.


Veja os 10 motivos que te levam a conhecer e votar em Platiny Soares Lopes (PV) nº 43.190 para Deputado Estadual no Amazonas:

1. É jovem, carismático, inteligente, sincero, destemido, honesto e corajoso.

2. Possui nível superior (Direito), conhece a legislação e os trâmites legais.

3. Esteve presente no seio da tropa da PMAM como praça e sabe das necessidades e anseios.

4. Lutou pelos direitos da categoria, até ser expulso da Corporação e reintegrado legalmente.

5. Possui em  sua campanha 18 (dezoito) propostas/projetos a serem efetivados na ALEAM.

6. A tropa de praças da PMAM e seus familiares confia e acredita no seu trabalho.

7. Liderou o movimento em prol da elaboração e aprovação da Lei de Carreira dos Praças juntamente com a APEAM.

8. É articulado, não pensa só em si, luta pela classe, conhece o caminho das pedras e onde deve-se chegar em acordos com o governo para conquistar benefícios.

9. Faz uma campanha limpa e pautada na honestidade e simplicidade, e será o verdadeiro representante dos praças da PMAM.

10. Sabemos que com Platiny Soares (PV) nº 43.190 eleito, nossos anseios e sonhos serão alcançados, chega de enganação.

Candidato à deputado estadual Platiny Soares Lopes (PV) nº 43.190, os Praças confiam em ti, depositaremos nossos desejos, queremos vê-lo na ALEAM para nos representar e levar nossa voz na conquista dos objetivos, conte conosco.

Fonte e Foto: Seção de Comunicação Blog do Leão 

16 setembro 2014

Um coronel, três majores e dois capitães presos

Apreensão feita pelo Ministério Público na operação. Foto: SESEG
Apreensão feita pelo Ministério Público na operação. Foto: SESEG-RJ
Chamou a atenção do país a operação desencadeada conjuntamente pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, pela Secretaria de Segurança Pública e pela Corregedoria-Geral da Polícia Militar, onde 24 policiais militares foram presos, entre eles o Coronel PMERJ Comandante de Operações Especiais e mais três majores e dois capitães.
Confira detalhes da operação, que aponta para a existência de um esquema de corrupção bastante sofisticado:
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, a Secretaria de Segurança Pública e a Corregedoria-Geral da Polícia Militar deflagram, nesta segunda-feira (15/09), em vários pontos do Rio, a Operação Amigos S.A., para desmantelar quadrilha formada por pelo menos 24 policiais militares que integravam o 14° BPM (Bangu), inclusive os integrantes do Estado-Maior, e exigiam pagamento de propina de comerciantes, mototaxistas, motoristas e cooperativas de vans, além de empresas transportadoras de cargas na área do batalhão.
A denúncia foi encaminhada pelo GAECO à 1ª Vara Criminal de Bangu, que expediu 43 mandados de busca e apreensão e 25 mandados de prisão preventiva, dos quais 24 são contra PMs. Até o início da tarde desta segunda-feira, foram presas 22 pessoas, das quais cinco oficiais. Foram apreendidos cerca de R$ 300 mil em espécie. Desse total, R$ 287 mil foram localizados na casa do major Edson Alexandre Pinto de Góes e R$ 33 mil na residência de outro PM que integrava a quadrilha. Documentos que demonstrariam a distribuição da propina foram recolhidos e serão analisados para identificar a ocorrência de lavagem de dinheiro.
Entre os denunciados estão seis oficiais que eram lotados no 14° BPM (Bangu): o ex-comandante coronel Alexandre Fontenelle Ribeiro de Oliveira, atual chefe do Comando de Operações Especiais (COE), e o ex-subcomandante major Carlos Alexandre de Jesus Lucas – ambos lotados atualmente no Comando de Operações Especiais –, os majores Nilton João dos Prazeres Neto (chefe da 3ª Seção) e Edson Alexandre Pinto de Góes (coordenador de Operações), além dos capitães Rodrigo Leitão da Silva (chefe da 1ª Seção) e Walter Colchone Netto (chefe do Serviço de Inteligência). Também são acusados de integrar a quadrilha 18 praças e um civil.
Entre 2012 e o segundo semestre de 2013, os acusados e mais 80 pessoas, entre os quais policiais do 14° BPM, da 34ª DP (Bangu), da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM), além de PMs reformados, praticavam diversos crimes de concussão (extorsão cometida por servidor público) na área de atuação do 14° BPM.
A quadrilha exigia propinas que variavam entre R$ 30 e R$ 2.600 e eram cobradas diária, semanal ou mensalmente, como garantia de não reprimir qualquer ação criminosa, seja a atuação de mototaxistas, motoristas de vans e kombis não autorizados, o transporte de cargas em situação irregular ou a venda de produtos piratas no comércio popular de Bangu.
De acordo com a denúncia, baseada em depoimentos de testemunhas, documentos e diálogos telefônicos interceptados com autorização judicial que compõem mais de 20 volumes de inquérito, “o 14° BPM foi transformado em um verdadeiro ‘balcão de negócios’, numa verdadeira ‘sociedade empresária S/A’, em que os ‘lucros’ eram provenientes de arrecadação de propinas por parte de diversas equipes policiais responsáveis pelo policiamento ostensivo, sendo que a principal parte dos ‘lucros’ (propinas) era repassada para a denominada ‘Administração’, ou seja, para os oficiais militares integrantes ‘Estado Maior’, que detinham o controle do 14º BPM, o controle das estratégias, o controle das equipes subalternas e o poder hierárquico”.
Os acusados responderão na 1ª Vara Criminal de Bangu pelo crime de associação criminosa armada, que não consta do Código Penal Militar. A pena é de dois a seis anos de reclusão. Os 24 PMs também poderão ser obrigados a pagar indenização por danos morais à Polícia Militar, pelo dano causado à imagem da corporação. Os integrantes da quadrilha ainda serão responsabilizados pelo Ministério Público pelos diversos crimes de concussão, que serão apurados pela Auditoria de Justiça Militar estadual.
Fonte: MP-RJ
Ao Jornal O DIA, Fábio Galvão, Subsecretário de Inteligência da Secretaria de Estado de Segurança (Seseg), disse que “a tática era endurecer a fiscalização, justamente para que os trabalhadores fossem obrigados a pagar propina. Todos responderão por formação armada de quadrilha e na Justiça Militar pelo crime de concussão e propina”. Sobre a semelhança com a atuação dos acusados e uma milícia o promotor do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), Cláudio Caio Souza disse que “a milícia é um grupo paramilitar. Eles não. Eles agiam fardados e na área de atuação do batalhão”.
Fonte e Foto: Abordagem Policial

13 setembro 2014

BOLSA FORMAÇÃO - CICLO 32 - CURSOS EAD / SENASP / PRONASCI

 



Prezado(a) aluno(a), 

Estão abertas as inscrições para o ciclo 32 dos cursos EAD Senasp. As inscrições terminam no dia 18/09/2014. 

Para fazer sua inscrição, acesse o site www.mj.gov.br e clique em "Inscrições" ou acesse http://ead.senasp.gov.br e, na página de Login, clique em "Acesso a Ficha de Inscrição". 

Atenciosamente, 

Equipe EAD.

                      


Estão abertas as inscrições para o ciclo 32 (trinta e dois) do programa de Cursos de Ensino à Distância da Secretaria Nacional de Segurança Pública (EAD), da SENASP. Acontecerá a partir do dia 12/09 até 18 de Setembro de 2014, em duas etapas:


  1. As inscrições ocorrerão em duas etapas. Na primeira, do dia 12/09 a 15/09/2014, o aluno só pode se inscrever em 01 (um) curso somente.

  1. Na segunda etapa, nos dias 16/09 a 18/08/2014, caso o limite de 200 mil vagas não seja atingido, o aluno já cadastrado, que não tenha se evadido no ciclo anterior, poderá solicitar inscrição em mais um curso, até o limite previsto de 200 mil inscrições.


A Bolsa Formação é um benefício social em que os profissionais de segurança pública que ganhem até de R$ 1.700,00 reais líquidos (mudou a forma de contagem),aliás nenhum policial no Brasil irá mais receber a Bolsa Formação, que já é um programa falido, os cadastrados que tiverem muita sorte passam a perceber uma bolsa no valor de R$ 443,00 mensais durante um ano, prorrogável por mais um. Além disso, o policial não pode ter sido punido disciplinarmente nos últimos cinco anos, nem estar respondendo a processo administrativo.

Para quem quer passar a receber a Bolsa, é fundamental que realize no mínimo 01 (um) dos cursos da rede EAD, além de serem cursos muito úteis no desempenho profissional – faço o curso a mais de dez ciclos seguidos.

Você pode buscar mais informações nos links abaixo:


A Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) abre as inscrições para o Ciclo 30 da Rede de Educação a Distância (EAD), no período de 12/09 a 18 de setembro de 2014. Para esse ciclo, serão disponibilizados três novos cursos: Segurança contra Incêndio e Pânico, Inglês 2, Prevenção da Letalidade em Crianças e Adolescentes. As aulas começam no final de fevereiro, com duração de 40 e de 60 horas.

Os cursos da Rede destinam-se à capacitação continuada dos policiais militares, civis, peritos, bombeiros militares, guardas municipais e servidores do sistema prisional de todo o país. A Rede EAD-Senasp possibilita acesso gratuito à educação continuada, integrada e qualificada. No ciclo anterior, que se encerrou em abril, foram capacitados mais de 100 mil profissionais.

Criada em 2005 pela Senasp, em parceria com a Academia Nacional de Polícia, a Rede Nacional de Educação a Distância –Rede EAD-Senasp é uma escola virtual destinada aos profissionais de segurança pública em todo o Brasil. O objetivo é viabilizar o acesso desses profissionais à capacitação continuada, independentemente de onde estejam.

Os profissionais de Segurança Pública inscrevem-se no próprio ambiente virtual de aprendizagem utilizando a Ficha de Inscrição, disponível nos endereços www.mj.gov.br, ou https://ead.senasp.gov.br. As fichas são avaliadas e homologadas pelos Gestores de EAD após verificação das informações cadastrais.

***
                                               

Neste ciclo, alguns cursos estão com versões atualizadas, e cursos novos foram implementados – Inglês 1, Identificação Veicular 2, Investigação de Estupro e Ocorrências envolvendo Bombas e Explosivos. Clique aqui e faça sua inscrição o quanto antes, as vagas são limitadas!

AVISO IMPORTANTE: Serão disponibilizados cerca de 65 cursos a distância, via internet, lembrando que quem já concluiu um dos cursos poderá inscrever-se em dois neste próximo ciclo, seguindo as orientações do ciclo, até atingirem as 200.000 mil inscrições.

Há e não se esqueçam que depois de concluir um dos cursos oferecidos pela SENASP, você terá que cadastrar-se no ambiente SisFor, para perceber a Bolsa no valor de R$ 443,00 reais e concluído este processo Cadastre seu Requerimento para ser aprovado/homologadofeito isto é só esperar os gestores aprovarem e pronto, seu cartão chegará em sua residência e basta desbloqueá-lo em uma agência da Caixa, criar uma senha, observar e agendar as datas de pagamento.

As inscrições ocorrerão em duas etapas. Na primeira, do dia 12/09 a 15/09, o aluno só poderá se inscrever em um curso. Na segunda etapa, nos dias 16/09 e 18/9, caso o limite de 200 mil vagas, das quais 140.000 são destinadas a inscrições individuais e 60.000 para inscrições institucionais para a COPA 2014, não seja atingido, o aluno já cadastrado, que não tenha evadido no ciclo anterior, poderá solicitar inscrição em mais um curso, até o limite previsto de 140 mil inscrições individuais.


Atenção! A partir deste ciclo, os cursos estão disponíveis de acordo com a instituição/órgão a que pertence o aluno.

Os cursos IDV1, EPH1, MVV/MVVVA e VCP/VCPVA foram atualizados e receberam novas siglas: IDV1VA, EPH1VA, AMSV e VCPVN, respectivamente. Os alunos que já fizeram estes cursos em ciclos anteriores não precisam fazê-los novamente.

O curso Busca e Apreensão (BEA) foi atualizado e divido em dois cursos de 40hs (BEA1 e BEA2). O aluno que já concluiu BEA na versão antiga, com 16 módulos, não precisa fazer os cursos BEA1 e BEA2.

Novos Cursos - Prevenção da Letalidade de Crianças e Adolescentes - PLTCA e Segurança Contra Incêndio - SEGCI .


Esclarecimentos de dúvidas sobre o processo de inscrições devem ser obtidos através dos Tutores Masters cujos endereços se encontram na página do Ministério da Justiça -www.mj.gov.br - no link Telecentros.


Quer saber mais sobre o PRONASCI, clica no link e veja o que a Presidenta da República, Dilma Rousseff e o Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo fizeram, com este programa que está falido em decadência.

O curso Busca e Apreensão de 60hs (BEA) foi atualizado e divido em dois cursos de 40hs (BEA1 e BEA2). O aluno que já concluiu BEA na versão antiga, com 16 módulos, não precisa fazer os cursos BEA1 e BEA2. 

Esclarecimentos de dúvidas sobre o processo de inscrições devem ser obtidos através dos Tutores Masters cujos endereços se encontram na página do Ministério da Justiça - www.mj.gov.br/ead - no link Telecentros.

Aulas de 40Hs: De 07/10/2014 até 11/11/2014

Aulas de 60Hs: De 07/10/2014 até 18/11/2014

Fonte e Foto: Blog do Leão

05 setembro 2014

Em meio à críticas, novo comandante assume a Polícia Militar do Amazonas


Coronel Almir David foi exonerado do alto escalão da corporação militar nesta quarta-feira (3), e substituído por Eliézio Almeida, que recebeu críticas de oficiais.

Eliézio Almeida [PM]
Criticado por oficiais de batalhões, o coronel Eliézio Almeida assume o comando-geral da PM em meio a críticas (Winnetou Almeida - 17/jan/2008)
O coronel Almir David foi exonerado na manhã desta quarta-feira (3) do comando-geral da Polícia Militar, após uma reunião, ocorrida na sede do Governo do Estado. No lugar dele, assume o coronel Eliézio Almeida e, como subcomandante, o coronel Aroldo Ribeiro, que até ontem estava à frente do Comando de Policiamento Metropolitano (CPM).
O coronel Marcos César Moreira da Silva deixa a direção do Departamento Pessoal da corporação para assumir a chefia do Estado-Maior. A Agencia de Comunicação do Estado do Amazonas (Agecom) informou que Almir David foi nomeado como secretário extraordinário de Governo e assume o novo cargo como um conselheiro na área de segurança pública.
Na semana passada, Almir David demonstrava insatisfação e chegou a comentar que estava “contando os dias” para deixar o comando. Em janeiro, ele deve ir para reserva. A “gota d’água” para a saída de Almir David, segundo fontes de A CRÍTICA, foi a entrega de cargos pelos comandantes de unidade militares, segundo eles, por insatisfação com os “desmandos” do coronel Eliézio.
Últimos atos

Antes de deixar o comando, o ex-comandante Almir David assinou a exoneração de alguns comandantes. Ele exonerou o major Herlon Gomes, que comandava a 24ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), responsável pelo policiamento do Centro, e o transferiu para Tabatinga. Outros exonerados foram o major Juan Pablo Morrilas e o chefe de operações do Comando de Policiamento Especializado (CPE), o tenente-coronel Franciney Bó, que estava em missão em Parintins, trabalhando na contenção da rebelião do presídio de lá.‘Eu avisei’Ao saber da nomeação de Eliézio e Aroldo para comandar a Polícia Militar, o coronel PM Fabiano Bó, que entregou o cargo de comandante do CPE esta semana, disse que Eliézio conseguiu alcançar o objetivo dele, que era desestabilizar a corporação para assumir o comando. “O resultado de tudo isso é a instabilidade da instituição, insatisfação da tropa e a segurança indo de mal a pior”, disse Bó.
Em entrevista para A CRÍTICA Fabiano Bó foi objetivo ao dizer que estava entregando o cargo por não concordar com os “atos antiéticos” do então subcomandante, o coronel Eliézio. “Não concordo com as decisões do subcomandante e, por isso, prefiro deixar o comando do CPE”, disse.
Descontentes
Nesta quarta-feira , durante o velório do sargento José Cláudio Marques, o “Caju”, a insatisfação dos militares era geral. Oficiais destacaram como resultado da desestabilidade da Polícia Militar a desestruturação do programa de segurança pública Ronda no Bairro, que, segundo eles, já não cumpre o seu papel. A operação Manaus Segura também foi criticada pelos militares.
Por meio de nota, o novo comandante-geral, Eliézio Almeida, informou que, nos próximos dias estará definindo ajustes nos Comandos de Policiamento do Interior (CPI), Metropolitano (CPM) e Ambiental (CPAMB), além de diretorias da corporação. “Procuraremos fazer o melhor para preservar a hierarquia da instituição e prestar contas à sociedade”, disse.
Novo sub é réu em processo
O novo subcomandante da Polícia Militar, coronel Aroldo Ribeiro, é réu em processo de homicídio, no Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM) e poderá ir a Júri Popular. Ele é suspeito de integrar o grupo de extermínio responsável pela morte do técnico agrícola Fred Fernandes Júnior, naquele que ficou conhecido como “Caso Fred” e pela tentativa de homicídio contra a viúva de Fred, Maria da Conceição da Silva, e Adônis dos Santos da Silva, ocorridas em junho de 2001.
A nomeação do coronel Aroldo Ribeiro foi criticada, também, por oficiais da corporação. O promotor de Justiça Ednaldo Medeiros, que atua no processo do “Caso Fred”, ficou surpreso com a nomeação de Aroldo. “Ele é um réu pronunciado. Para a Justiça amazonense, ele deverá ser levado a julgamento”, avaliou.
O promotor disse ainda que a nomeação de Aroldo poderá “pesar na ordem pública, moral e ética”. Para Medeiros, houve, no mínimo, uma falta de análise na ficha corrida do réu do Caso Fred. O processo do caso está em grau de recurso. Para o promotor, a nomeação é problema “muito grave”.
Ele sustentou haver, nos autos, elementos e indícios de autoria e materialidade do crime, que foram analisados não só pelo MP, mas também pela própria Justiça, que os pronunciou. A pronúncia é a decisão de enviar o réu a julgamento por considerar presentes todos os requisitos que tornam admissível a acusação feita pelo Ministério Público.
Procurados para falar sobre o caso, o secretário de segurança pública Paulo Roberto Vital, disse que não podia falar sobre o caso. O ex-comandante, Almir David, também não foi localizado.
Fonte e Foto: A Crítica

As propostas dos candidatos à Presidência para a Segurança Pública no Brasil

O debate em torno da candidatura para a Presidência da República no Brasil está cada vez mais acalorado, mas a questão da Segurança Pública ainda está sendo tratada superficialmente. 
Visando aprofundar o debate, o site Abordagem Policial publica abaixo os programas de governo dos principais candidatos à Presidência na área de segurança pública. A ideia é que o leitor possa entender o que cada candidato defende na área:

Aécio Neves

Aécio Neves


Marina Silva

Marina Silva


Dilma Rousseff

Dilma Rousseff

Fonte e Foto: Abordagem Policial

04 setembro 2014

Coronéis PMAM insatisfeitos entregam o cargo

Coronéis PMAM abandonam cargos
A Polícia Militar do Amazonas passa por uma crise em seu alto escalão. Coronéis que ocupavam cargos estratégicos na corporação estão abandonando suas funções, em descontentamento com atos do Subcomandante Geral:
O alto escalão da Polícia Militar do Amazonas passa por mais uma crise e coronéis decidiram entregar os cargos ao comandante-geral, Almir David. Na sexta-feira, o comandante do Batalhão Ambiental, coronel Antônio Escóssio, entregou o cargo e, ontem pela manhã, foi a vez do comandante do Comando de Policiamento Especial (CPE), Fabiano Bó. Há informações não confirmadas que outros comandantes também farão o mesmo nos próximos dias.
Entrevistado por A CRÍTICA, Fabiano Bó foi objetivo em dizer que está entregando o cargo por não concordar com os “atos antiéticos do subcomandante”, o coronel Eliézio Almeida. “Não concordo com as decisões do subcomandante e, por isso, prefiro deixar o comando do CPE”, disse.
Embora demonstrando descontentamento, Escóssio disse, na sexta-feira, que tinha entregado o comando e que pretendia fazer um curso fora. O comandante do Choque, major Brandão, foi outro que mostrou insatisfação, ao dizer que “já tinha acabado o seu tempo”.
Motivos
Fabiano Bó destacou alguns atos de Eliézio que o levaram a entregar o cargo. Entre eles, Bó aponta o sucateamento do CPE, onde ficam os grupos de policiamentos especiais, como a Rocam, o Choque, o Marte e a Cavalaria. Segundo Bó, o comandante retirou os rádios de comunicação do CPE, que foram adquiridos e usados durante a Copa do Mundo. “Ele, pessoalmente, recolheu os rádios e não sei para onde levou”, disse.
Ainda segundo Bó, o subcomandante diminuiu o número de viaturas da Rocam, que possui 13 carros alugados, mas somente três sendo usadas. A maioria dos veículos fica parada no pátio do CPE. O subcomandante também é acusado por Bó de reduzir o número de policiais dessas unidades.
Para Fabiano Bó, a intenção de Eliézio com essas ações é desestabilizar a administração do coronel David, para ele assumir o cargo de comandante. “Só tem uma explicação. Se acontecer alguma situação que exija a ação do policiamento especial, não teremos como agir”, afirmou o ex-comandante co CPE.
Esquema
O coronel Eliézio também é acusado pelos coronéis de integrar um esquema para beneficiar madeireiros de Manacapuru no transporte ilegal de madeira. Ele foi procurado, ontem à tarde, para falar sobre as acusações, mas não atendeu as ligações. A assessoria de imprensa da PM informou que o comandante-geral, Almir David, e o subcomandante Eliézio estavam reunidos e não podiam atender a imprensa.

02 setembro 2014

Assalto à Banco em Apuí-AM - Homens Encapuzados e com Fuzis levam R$ 400 mil, Fazendo Escudo de Reféns

Bandidos incendiaram um carro usado na fuga (Divulgação)
Nesta segunda (1), uma quadrilha de oito homens armados com fuzis assaltaram uma agência do banco Bradesco localizada em Apuí-AM, município a 408 quilômetros de Manaus, levando quantia estimada pela polícia em cerca de R$ 400 mil, fazendo de reféns clientes e funcionários da agência. Na hora da fuga, eles ainda tentaram queimar uma ponte de madeira que dá acesso à cidade.
Bandidos incendiaram um carro usado na fuga

As informações policiais dão conta que, por volta das 10h de segunda, os oito suspeitos entraram na agência atirando, de forma a intimidar clientes e funcionários. Depois de subtraírem a quantia, eles forçaram mais de 20 pessoas a saírem do local e irem para a rua, para que eles servissem de barreira humana para o caso da polícia atirar contra eles.

Os suspeitos fugiram, então, em uma S-10 de cor branca e placa do Estado do Mato Grosso, levando os reféns na carroceria em direção a cidade de Humaitá-AM, (a 590 quilômetros da capital). Para auxiliar sua fuga, quando chegaram à ponte do rio Juma, eles pararam, tiraram os reféns da carroceria da picape, liberaram a maioria deles, e atearam fogo no veículo em cima da ponta de madeira, de modo a fragilizar a estrutura e impedir que a perseguição continuasse.

Eles seguiram fugindo, dessa vez em uma Saveiro Cross, ainda com um cliente e o gerente do banco como reféns. Eles foram liberados mais adiante na estrada, mas os criminosos não foram encontrados. Populares ajudaram a tirar os destroços da ponte para que ela não queimasse e a Polícia Militar já disse ter enviado tropas de busca para procurar a quadrilha na mata e nos rios próximos à cidade. Até o fechamento desta matéria, ela continuava foragida.
Onda de assaltos
Este é o segundo assalto a banco no interior do Amazonas em menos de uma semana. Na última quinta-feira (28 de agosto), uma quadrilha roubou mais de R$ 100 mil de uma agência bancária do Bradesco em Boa Vista dos Ramos (município a 269 quilômetros de Manaus).
Fonte e Foto: ACrítica







Projeto de Lei 6632/2013 exige curso superior para ingresso na Polícia e no Corpo de Bombeiros


Deputado quer garantir um padrão nacional também mínimo para o ingresso nas fileiras dessas instituições.
Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 6632/13, do deputado William Dib (PSDB-SP), que exige curso superior para o ingresso na Polícia e no Corpo de Bombeiros Militar. O texto exige ainda curso de Direito para entrar no quadro de oficiais dessas instituições.
Hoje as exigências previstas no projeto não constam do Decreto-Lei 667/69, que reorganiza as polícias militares (PM) e os Corpos de Bombeiros Militares dos estados e do Distrito Federal. O projeto altera esse decreto-lei.
Leonardo Prado
Willian Dib
Dib lembra que vários estados já exigem curso superior.
A proposta também padroniza os demais requisitos para o trabalho nessas corporações, pois, atualmente, cada estado tem uma legislação diferente para o ingresso na PM e no Corpo de Bombeiros.
Escolaridade
De acordo com a proposta, quanto ao grau de escolaridade, o interessado deverá comprovar a conclusão de:
- curso de bacharelado em Direito, para o ingresso na carreira de Oficial do Quadro de Oficiais Policiais Militares (QOPM);
- curso de graduação superior nas áreas de interesse (médico, enfermeiro, etc), conforme regulamentação própria de cada instituição policial militar, para os praças ingressarem na carreira de Oficial do Quadro de Oficiais Especialistas; e
- curso de graduação superior em qualquer área, para o ingresso na carreira de Praça de Polícia Militar.


Projeto exige curso superior para ingresso na Polícia e no Corpo de Bombeiros

O projeto prevê que as unidades da Federação que não possuírem essas exigências para o ingresso na carreira terão o prazo de três anos para se adaptarem às novas normas.
Demais condições
Segundo o texto, são condições básicas para trabalhar na PM e no Corpo de Bombeiros:
- ser brasileiro;
- estar quite com as obrigações militares e eleitorais; 
- não ter antecedentes penais dolosos;
- estar no gozo dos direitos políticos;
- ser aprovado em concurso público;
- ter procedimento social irrepreensível e idoneidade moral;
- ter capacitação física e psicológica compatíveis com o cargo, verificados através de exame de aptidão; e
- ser aprovado em exame de saúde e exame toxicológico com larga janela de detecção.

Promoção
Ainda conforme a proposta, observada a legislação própria de cada unidade da Federação, o acesso na escala hierárquica tanto de oficiais quanto de praças será gradual e sucessivo, e o processo de promoção de cada posto ou graduação deverá observar os critérios de antiguidade, bravura, post mortem e ressarcimento de preterição.

Por fim, o texto estabelece que as Polícias Militares manterão cursos em estabelecimento de ensino da própria polícia militar, podendo, ainda, ser desenvolvido em outra unidade federada, ou em parceria com instituições de ensino superior, públicas ou privadas, como requisito para a promoção.


“Ao longo da sua existência, as Polícias Militares foram obtendo padronização, porém impostas pelo governo militar”, explica William Dib. Depois do processo de redemocratização, continua o parlamentar essas corporações passaram a editar, nos estados, legislações diferenciadas quanto às exigências mínimas para o ingresso nas suas carreiras.
Como consequência, acrescenta, não há um padrão nacional também mínimo para o candidato ao ingresso nas fileiras dessas instituições. “Isso traz sérios problemas, levando em conta os serviços que esses profissionais vão desempenhar junto à sociedade após integrarem o efetivo ativo das Polícias Militares.”

Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Newton Araújo
Edição – Natalia Doederlein

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