01 fevereiro 2009

O Que Você Acha de Um Policial ?

È importante que os cidadãos tomem conhecimento de como são tratados estes profissionais. A toda e qualquer hora do dia ou da noite, estão sempre prontos a atender nossos chamados. Policial que doa diuturnamente o seu sangue, as suas vidas em defesa dos cidadãos a quem servem sem esperar uma palavra de gratidão.


Muito bem, senhor cidadão, eu creio que o senhor já me rotulou ! Acredito que me enquadro perfeitamente na categoria em que o senhor me colocou. Eu sou estereotipado, padronizado, marcado, corporativista e sempre bitolado.


Infelizmente a recíproca é verdadeira. Eu não vou, porém rotulá-lo. Mas, desde que nascem, seus filhos ouvem que sou o bicho papão, e depois o senhor fica chorando quando eles se identificam como meu inimigo tradicional... “o criminoso”. O senhor me acusa de contemporizar com os criminosos até que eu apanhe um de seus filhos em alguma falta.


O senhor é capaz de gastar uma hora para almoçar e interrompe o serviço para tomar um cafezinho, mas me considera vagabundo se paro para tomar uma xícara de café. O senhor se orgulha de seu refinamento, mas nem pisca quando interrompe minha refeição com seus problemas.


O senhor fica fulo quando alguém o fecha no trânsito, mas se eu o pegar fazendo alguma coisa, estarei lhe perseguindo. O senhor conhece todo o Código de Trânsito, mas nunca porta os documentos obrigatórios. O senhor acha que é um abuso se me vir dirigindo em alta velocidade para atender uma ocorrência, mas sobe pelas paredes se demoro dez segundos para atender um chamado seu. O senhor acha que é parte do meu trabalho se alguém me fere, mas diz que é truculência da Polícia se eu devolvo a agressão.


O senhor nem cogita em dizer ao seu dentista como extrair um dente ou ao seu médico como extirpar seu apêndice, mas está sempre me ensinando a aplicar a Lei. O senhor quer que eu o livre dos que metem o nariz na sua vida, mas não quer que ninguém saiba disso.


O senhor brada: é preciso fazer algo para combater o crime, mas fica furioso se é envolvido em um processo. O senhor não vê utilidade na minha profissão, mas certamente ela se tornará valiosa se eu trocar o pneu furado de sua esposa, ou conduzir seu menino no banco de trás do carro da patrulha, ou talvez salve a vida de seu filho com uma respiração boca-a-boca, ou trabalhe muitas horas extras procurando por sua filha desaparecida.


Assim, senhor cidadão o senhor pode dizer impropérios e se enfurecer pela maneira pela qual executo meu trabalho, dizendo todos os nomes feios possíveis, mas nunca se esqueça que sua propriedade, sua família e até mesmo sua vida depende de mim e de meus colegas.


Sim, senhor cidadão, eu sou um Policial !


Reflita e Comente.


Texto do Soldado MITCHELL BROWN, da Policia Estadual da Virginia (EUA), morreu em serviço dois meses depois de escrevê-lo.


Fonte: Assessoria de Comunicação da PM de Humaitá-Am


Texto Traduzido para o Inglês


What do You Find of A Policeman?


Important È that the citizens become aware of as these professionals are treated. To all and any hour of the day or of the night, they are always ready to assist our calls. Policeman that donates diuturnamente his/her blood, their lives in defense of the citizens to who serve without waiting a word of gratitude.


Very well, gentleman citizen, I believe that you already labeled me! I believe that I frame myself perfectly in the category in that you put me. I am stereotyped, standardized, marked, corporativista and always narrow-minded.


Unhappily the reverse is true. I don't go, however to label him/it. But, since they are born, their children hear that I am the bug papão, and later you are crying when they identify as my traditional enemy... “the criminal”. you accuse me of compromising with the criminals to that I pick one of their children in some lack.


You are capable to spend one hour to eat lunch and it interrupts the service to take a coffee, but it considers me cheap if I stop to take a coffee cup. You are proud of his/her refinement, but nor it blinks when it interrupts my meal with their problems.


You are irritated when somebody closes him/it in the traffic, but if I catch making him some thing, I will be pursuing him/her. You know the whole Code of Traffic, but never door the obligatory documents. You think it is an I am abused to be going in high-speed to assist an occurrence, but it hits the ceiling if I am long ten seconds to assist his/her call. You think it is part of my work if somebody hurts me, but he/she says that it is cruelty of the Police if I return the aggression.


You nor he/she cogitates in saying his/her dentist how to extract a tooth or to his/her doctor as extirpating his/her appendix, but it is always becoming trained to apply the Law. You want that me the free from the ones that puts the nose in his/her life, but he/she doesn't want nobody to know about that.


You cry: it is necessary to do something to combat the crime, but it is furious if it is involved in a process. You don't see usefulness in my profession, but certainly her if it will turn valuable if I change his/her wife's holed tire, or to drive his/her boy in the bank of behind of the car of the patrol, or maybe save his/her son's life with a mouth-to-mouth resuscitation, or work a lot of overtimes seeking for his/her missing daughter.


Like this, gentleman citizen you can say affronts and to become furious for the way for the which I execute my work, saying all of the possible ugly names, but he/she never forgets that his/her property, his/her family and even his/her life it depends on me and of my friends.


Yes, gentleman citizen, I am a Policeman!


Contemplate and Comment on.


Text of Soldier MITCHELL BROWN, of the it Polices State of Virginia (USA), he/she died in service two months after writing him/it.


Source: Consultantship of Communication of PM of Humaitá-Am