22 abril 2011

PM prende quadrilha no KM-180 com mais de 1/2 quilo de droga

A Polícia Militar do Amazonas, através de seus integrantes da 4ª CIPM em Humaitá-AM, dando continuidade a investigação da nova rota do tráfico internacional na BR-230 Transamazônica, prendeu no último dia 22/04 outros integrantes da quadrilha da indígena Lúcia da Silva Lacerda,  proprietária do Bar Delírios, que foi presa no último dia 15/04.

Após inúmeras denúncias de venda de entorpecentes no Distrito de Santo Antônio do Matupí, KM-180 da BR-230 Transamazônica, pertencente a Manicoré-AM, o Cmt da 4ª CIPM, Capitão PM Márcio Leite, deslocou uma guarnição especializada para averiguar as informações, de que Lúcia havia recrutado pessoas de confiança para fazer a "correria", gíria para os aviões, encarregados da endolar e distribuir da droga. 

Segundo o Boletim Único de Ocorrência (BUO da PM), por volta das 00h20min do dia 22/04 a guarnição empreendeu uma diligência no Bar Delírios, onde em um dos quartos foi flagrado com entorpecentes (substância esbranquiçada, tipo pó) o nacional Cléber Silva Marinho, 20 anos, vulgo "Patty", que em seguida denunciou a menor V. C. B, 17 anos, que foi surpreendida no Hotel 180, quarto nº 11 portando 02 trouxinhas de substância entorpecentes (pedra de óxido).

Em seguida a menor denunciou Maria Jussara da Silva, 37 anos, afirmando que a mesma portava 1/2 quilo de pedra de óxido e que está droga era parte que pertencia a Lúcia. Os acusados acima disseram que "receberam a droga da nora de Lúcia e que deveriam levantar dinheiro para pagar o advogado para tirá-la da cadeia, bem como para pagar os fornecedores no valor de R$ 28.000 mil" .

Ao todo foi apreendido com a quadrilha 88 gramas de pó esbranquiçado e 554 gramas de pedra de óxido, totalizando 642 gramas de droga, bem como a quantia de R$ 219,00 reais. Todos foram removidos do Distrito presos até a 8ª DRPC, onde aguardarão os procedimentos cartorários e lavratura do flagrante, com suas integridades físicas e moral preservadas.    

Fonte: Seção de Comunicação da 4ª CIPM