30 junho 2011

Por que Traficantes de Drogas não Ficam Presos ???


O Traficante de drogas, nome popular dado ao criminoso que faz ou comanda o tráfico, ou o transporte e a comercialização de entorpecentes não legalizados tais como cocaína, heroína, maconha e crack, entre cidades vizinhas, estados ou mesmo continentes.

O traficante é um criminoso, pois viola Lei Federal da proibição do comércio e transporte de narcóticos e está sujeito a penas altas de reclusão.

Os traficantes obtém armamento e narcóticos nas fronteiras dos países como é o caso do Brasil, que possui uma vasta fronteira territorial e que necessita de proteção intensiva, ou em outros casos, eles mesmos a produzem como na Colômbia em estruturas denominadas Cartéis de Drogas.

A problemática do tráfico de drogas, vista como uma questão alarmante nas diversas camadas das sociedades de todo o mundo pois é um mal globalizado e seus danos à sociedade começam nos rastros de sangue e morte proporcionados pela violência no comércio clandestino e ilegal e terminam em clínicas de recuperação de viciados e marginalizados.

O flagelo das drogas é caso de saúde pública, com consequências na violência urbana. De maneira alguma seu uso pode ser incentivado ou seu combate, relegado. Porém, é preciso pensar mais. A proibição do uso de drogas tem origem moral, com a qual se aceitaram drogas como álcool e cigarro e se rejeitaram outras como a maconha. 

E se escolheu combater as drogas pela política de segurança pública. O usuário continua sendo tratado como criminoso e a repressão ao traficante aumentou, levando ao cárcere milhares de pessoas. Porém, os grandes traficantes não são presos e tampouco descapitalizados, porque possuem poder e estrutura que os deixam fora do alcance das investigações. (AJD-SC) 

Com a Nova LEI Nº 11.343, DE 23 DE AGOSTO DE 2006, que institui o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas - Sisnad; prescreve medidas para prevenção do uso indevido, atenção e reinserção social de usuários e dependentes de drogas; estabelece normas para repressão à produção não autorizada e ao tráfico ilícito de drogas; define crimes e dá  outras providências. 

No Capítulo III, dos Crimes e das Penas, em seu Art. 28 Quem adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo, para consumo pessoal, drogas sem autorização ou em desacordo com determinação legal: Pena - I - advertência sobre os efeitos das drogas; II - prestação de serviços à comunidade; III - medida educativa de comparecimento a programa ou curso educativo. (Pena para Usuários).

Já em seu Art. 33 Importar, exportar, remeter, preparar, produzir, fabricar, adquirir, vender, expor à venda, oferecer, ter em depósito, transportar, trazer consigo, guardar, prescrever, ministrar, entregar a consumo ou fornecer drogas, ainda que gratuitamente, sem autorização ou em desacordo com determinação legal: Pena - reclusão de 5 (cinco) a 15 (quinze) anos e pagamento de 500 (quinhentos) a 1.500 (mil e quinhentos) dias-multa. (Pena para Traficantes).

A droga que despersonaliza a pessoa e desestrutura a família, alcança nossos lares por meio de pequenos traficantes. A sociedade fica indignada, quando após a Polícia passar dias investigando uma quadrilha de traficantes, até realizarem sua prisão e em alguns meses estes mesmos traficantes estarem à solta nas ruas realizando sua mercancia novamente. E você leitor porque acha que estes traficantes não cumprem suas penas ?

Fonte: Assessoria da 4ª CIPM
Foto: Blog Abordagem Policial

24 junho 2011

A Lei de Tortura e a Complexidade da Atividade Policial

Por Cláudio Cassimiro Dias - Especialista em Criminologia


Objetivo: Esse texto tem o objetivo de trazer uma reflexão acerca da Lei do Crime de Tortura e a Atividade Policial diante das condenações e implicações da severidade do texto normativo que prevê dentro as sanções, a perda da função pública, e no caso dos militares, a perda da Graduação ou Posto. Esse Artigo tem a pretensão, não de criticar ou apontar falhas na aplicação da Lei, mas, demonstrar peculiaridades da atividade policial, controvérsias entre a aplicação da Lei do Crime de Tortura, quando muitas das vezes, o crime praticado, é o de Lesão Corporal, Abuso de Autoridade ou Constrangimento Ilegal. Outra abordagem aqui apontada é a competência da Justiça Militar, que deveria ser a única competente para julgar perda de Posto ou Graduação de Policiais Militares. Não esgota o assunto, nem direciona um ou outro aspecto para um ou outro segmento, pois o interesse é coletivo.

Com o advento da Lei que prevê o Crime de Tortura, os policiais, encarregados de fazer cumprir a lei, estão diante de uma situação inusitada, posto que a lei prevê a perda da função pública, e no caso do militar estadual, a perda concomitante da Graduação ou Posto Militares.

Na realidade, a Lei de Tortura traz em seu bojo a previsão da perda da função pública, como parte integrante de sentença condenatória transitada em julgado, ou seja, o policial que for condenado pela prática do Crime de Tortura, sofrerá a sanção da perda da Graduação ou Posto que ocupa nos órgãos de Segurança Pública.

A prática do Crime de Tortura está prevista na legislação, portanto, as sanções devem ser aplicadas na medida legal.

O que nos preocupa, e muito, é a interpretação que está sendo dada, no caso da atividade policial, a casos que não se enquadram, em hipótese alguma, à prática do Crime de Tortura. Ou seja, muitas das vezes o policial tem de utilizar força física para dominar ou mesmo prender algum autor de delito, e nessa ação acaba por causar alguma lesão à integridade física do delinqüente, ou pessoa que seja autor de crime, ou ainda mesmo alguma pessoa que, porventura a polícia tenha de agir em detrimento a sua liberdade individual, em favor do bem coletivo.

Um policial que usa de força física para prender alguém, jamais poderia ser indiciado no Crime de Tortura, posto que sua ação é legítima e pautada de legalidade e pelo dever poder de agir garantido e previsto na Constituição Federal e nos dispositivos normativos concernentes.

Os policiais, no exercício de suas funções, e em inúmeras circunstâncias necessitam utilizar a força física moderada, e em outras ocorrências têm a necessidade de utilizar a força física em um grau mais avançado, como previsto, nas Convenções Internacionais e de Direitos Humanos, e nos Manuais de Técnicas Policiais, como por exemplo, o uso progressivo da força, ou seja, o policial inicia o uso da força de acordo com a necessidade mínima, e tal força pode chegar ao uso da força letal, com emprego de arma de fogo.

O texto da Lei de Tortura parece injusto e pouco comedido, ao prever a perda da graduação e da função pública ao servidor que se enquadrar no respectivo crime. Tal afirmativa se dá em virtude da ação policial versus o Crime de Tortura, qual seja, o policial geralmente não tem nem noção que está praticando o Crime de Tortura ao prender um agente de assalto, por exemplo, e diante da resistência, ter de algemá-lo, ou dominá-lo, e em virtude dessa ação causar uma lesão no indivíduo suspeito.

Para complicar um pouco a situação, muitos casos, que seriam lesão corporal, abuso de autoridade, constrangimento ilegal, ou mesmo, objeto de Sindicância ou Procedimento Administrativo, são levados a Justiça e ocorre o Oferecimento e Recebimento da Denúncia no Crime de Tortura. (Aí, está o perigo e a analogia que se faz da lei com um monstro).

Nos quartéis e delegacias os policiais estão temerosos em trabalhar, e no exercício de suas funções, ter a infelicidade de ser indiciado no Crime de Tortura.

Para que se perceba a monstruosidade da Lei do Crime de Tortura, se o policial matar alguém em ação legítima, em tese, não perde a função e a Graduação ou Posto, posto que o Código Penal no artigo 121, não prevê perda da função pública no texto normativo.

Tal também deveria ocorrer com a Lei de Tortura, uma vez que o exercício da função policial é muito delicado e diferente de todas as outras competências do Estado. É o policial que coloca em risco a própria vida para proteger a sociedade, que enfrenta o bandido "de frente", e muitas das vezes é ferido e morre em ações policiais.

Outrossim, uma coisa é a sentença judicial aplicada ao policial que incorre no Crime de Tortura, outra coisa é a profissão que exerce, e que tem como fonte de sustento da família. Vem a tona ainda a questão do bis in idem, que pune severamente, no caso do servidor público, mais de duas vezes pelo mesmo fato, quais sejam, o policial recebe uma condenação por Crime de Tortura, quando na realidade o que ocorreu, na maioria das vezes, é um crime de Lesão Corporal, perde a função pública, e no caso dos policiais militares, ainda perdem a Graduação e o Posto que ocupam nas Corporações Militares.

A perda da Graduação deveria ser de competência da Justiça Militar, quando houvesse uma condenação a Policial no exercício da função, pois, apesar do Crime de Tortura ser julgado pela Justiça Comum, o policial quando incorre no Crime de Tortura está no exercício de suas funções, então nada mais justo que a apreciação se o policial tem ou não condições de permanecer nas fileiras da Corporação, seja feita pela Justiça Militar nos casos dos policiais militares, e por um colegiado, em 1ª Instância criado com a finalidade de apreciar a perda da função pública, nos casos que envolvam policiais civis ou outros servidores públicos.

Muitos policiais estão perdendo suas funções, postos e graduações pela interpretação, muita vez, equivocada, da ação policial no local da ocorrência. O Ministério Público com o respeito vestibular e merecido que lhe acompanha, deve ter cautela ao oferecer denúncia no Crime de Tortura, em virtude da pecha de oferecer injustamente, quando o objeto da apuração seja, por exemplo, uma lesão corporal ou um suposto abuso de autoridade. Tais crimes possuem também uma apenação severa ao servidor público, pela própria previsão legal de agravamento da pena, e na maioria das vezes, a ação se enquadra no Tipo Penal desses Crimes, e não no Crime de Tortura, que tem ceifado planos de um futuro promissor de policiais, e macula de sofrimento e morte, a família desses valorosos policiais, que infelizmente estão perdendo suas funções, devido a previsão da lei.

Faz-se necessária uma mudança da Lei no que concerne a perda da função pública, graduação ou posto, e uma melhor observância por parte do Ministério Público e Magistrados na apreciação dos processos que envolvam a acusação da prática do Crime de Tortura, para que se houver a condenação de policiais em tal crime, que essa seja a mais justa possível, e que não reste dúvidas que o fato ocorrido, não seria caso de enquadramento em outro dispositivo legal, ou seja, outro Tipo Penal.

Enquanto o Legislativo não modifica o texto da Lei, no que concerne a perda da função pública, ou mesmo que preveja situações específicas, como quantum da condenação, agravantes, qualificadoras, etc., cabe aos policiais se acautelarem e pautar suas ações nos princípios da Legalidade, outros princípios constitucionais, e observância total nos Manuais de Práticas Policiais, para que não se vejam as "barras da Justiça", e com o futuro comprometido e ameaçado por uma Lei que prevê, dentre outras sanções, a perda da função, graduação ou posto, e conseqüentemente, a perda do salário: o sustento de sua família.

* CLÁUDIO CASSIMIRO DIAS, CABO PM, Poeta e Escritor, Especialista em Criminologia, Bacharel em Direito, Graduado em História, Ex-Diretor Jurídico do Centro Social de Cabos e Soldados da PM e BM de Minas Gerais, Membro da Equipe Juridica da ASCOBOM, Acadêmico Efetivo Curricular da Academia de Letras João Guimarães Rosa da Polícia Militar de Minas Gerais. Representante dos Militares da Ativa no Conselho de Previdência do Estado de Minas Gerais(CEPREV), Pesquisador da História Militar. Palestrante.

Curso - Prevenção ao Uso Indevido de Drogas



A partir do dia 13 de junho até o dia 30 de junho de 2011 estarão abertas as inscrições para a 4ª edição do Curso Prevenção ao Uso Indevido de Drogas – Capacitação para Conselheiros e Lideranças Comunitárias, promovido pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas – SENAD do Ministério da Justiça. O Curso será executado pela Secretaria de Educação a Distância (SEAD) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

23 junho 2011

Mais um Traficante Fora de Circulação no KM-180

Humaitá (AM) – A Polícia Militar do Amazonas, através de seus integrantes da 4ª CIPM, prendeu um infrator por tráfico de drogas na Comunidade de Santo Antônio do Matupi - BR-230, Km 180, pertencente ao município de Manicoré-AM, através de denúncias.

As informações delatavam que o cidadão Marcelo Varela de Oliveira, 27 anos, estava comercializando/mercancia de entorpecentes na referida Comunidade, ao averiguar a conduta do mesmo nas redondezas, foi abordado pela guarnição da PM, que constatou a veracidade dos fatos foi encontrado consigo aproximadamente 63 (Sessenta e Três) gramas de pedra de Óxido, e a quantia em dinheiro no valor de R$ 125,00 (cento e vinte cinco reais).

Também foram encontrados com o acusado (01) uma folha de cheque do Banco do Brasil preenchido no valor de R$ 300,00 (trezentos reais) e (01) uma folha de cheque do Banco Sicred/MT, preenchido no valor de R$ 330,00 (trezentos e trinta reais).

O infrator foi conduzido para o Município de Humaitá-AM e entregue na 8ª DRPC ficando à disposição da justiça. O acusado relatou que recebeu a droga da cidade de Colniza-MT.            A população da Comunidade de Santo Antônio do Matupí agradece aos policias militares por ter tirado de circulação mais um traficante que vinha fazendo o mal aos jovens daquele Distrito.

Fonte e Foto: Blog do Cobra

PM Prende Infrator com Armas e Munição em Humaitá-AM


Humaitá (AM) - A Polícia Militar do Amazonas, no Município de Humaitá-AM efetuou no último dia 20 de Junho, por volta das 07h50min a prisão do cidadão infrator Edzon da Silva Maciel, 30 anos, por posse irregular de arma de fogo.

A guarnição de serviço da 4ª CIPM - Companhia Independente de Polícia Militar foi acionada, através de informação de que o acusado havia invadido uma residência para dormir, e logo após tirar um cochilo, o mesmo fugiu deixando para trás (02) duas armas de fogo.

As guarnições de serviço foram até a residência do denunciante e encontraram as duas armas, sendo (01) um revolver calibre 32 e (01) uma escopeta calibre 32.

Segundo denunciante o acusado chegou em sua residência por volta das 05h00min da manhã, e que o mesmo estava embriagado e deitou-se em uma cama que fica na sala do denunciante (vítima), o acusado ficou por pouco tempo no local e não percebeu quando as duas armas de fogo caíram.

O denunciante visualizou as armas por volta das 07h30min da manhã. A PM foi acionada e deslocou-se para a residência, e com a autorização do mesmo, procedeu a revista e foi encontrado (01) uma espingarda calibre 20, contendo 13 (treze) cartuchos, sendo 06 (seis) intactos e 07 (sete) deflagrados, além  de 14 (quatorze) munições de revolver calibre 32 intactas e 06 (seis) munições de revolver calibre 38 intactas, 05 (cinco) cartuchos de espingarda calibre 16 intactas, 03 (três) cartuchos de espingarda calibre 36 deflagradas, 02 (dois) potes contendo pólvoras pesando aproximadamente 70 gramas e um saco contendo chumbos, pesando aproximadamente 145 gramas.

Diante da situação e constatando a veracidade da denúncia foi dado voz de prisão ao cidadão infrator e o mesmo foi conduzido e apresentado na 8ª DRPC – Humaitá-AM, ficando à disposição da justiça.

Fonte e Foto: Blog do Cobra

PEC 300 será usada em chantagem

Por Danillo Ferreira

A política brasileira funciona na base do “toma lá da cá”, ou seja, aquele político ou grupo político que se interessar em ver implementada determinada medida, se precisar do apoio de colegas, precisa lhes dar algo em troca – o apoio em outra medida, algum cargo para os afiliados do colega etc. Foi mais ou menos isso que ocorreu quando a bancada evangélica da Câmara, composta por nada menos que 74 deputados, pressionou o Governo Federal pela não-aprovação do Kit Anti-Homofobia, que seria distribuído para adolescentes em escolas onde fosse detectado o problema da homofobia. Caso a medida fosse aprovada, os deputados ameaçaram convocar o ex-ministro da Casa Civil, Antônio Palocci, para depor na Câmara, sob a suspeita de corrupção.

A Proposta de Emenda Constitucional de número 300, a PEC 300, está no centro de outra jogada chantagista, desta vez por parte de deputados que querem a “liberação de emendas orçamentárias e de nomeação para os cargos de segundo e terceiro escalões” (as emendas orçamentárias são dispositivos que liberam recursos para os deputados realizarem obras e gastos em seus rincões eleitorais). Caso o pleito dos digníssimos deputados não seja aprovado, eles prometem fazer ao Governo o “mal” de aprovar a PEC 300 – já que o Governo Federal é contra a aprovação do projeto.

O Estadão explicou como está se dando a jogatina:
BRASÍLIA – A base aliada na Câmara já tem pronta uma “agenda de retaliação” ao Palácio do Planalto, caso suas reivindicações de liberação de emendas orçamentárias e de nomeação para os cargos de segundo e terceiro escalões não sejam atendidas pela nova coordenação política. Duas emendas estão no “kit represália” ao governo: a que estabelece piso salarial nacional para os policiais (a PEC 300) e a proposta que regulamenta os gastos com saúde pela União (a emenda 29).
A ideia dos aliados é votar a emenda da saúde antes do recesso. O sinal verde foi dado nesta semana pelo presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), que prometeu pôr a proposta em pauta depois do fim da votação da medida provisória que permite a realização a toque de caixa das obras para a Copa de 2014 e para a Olimpíada de 2016. O governo é contra a proposta, sob alegação de que haverá aumento das despesas da União com a saúde sem contrapartida financeira.
“Está na hora de o governo começar a se preocupar com a emenda 29. Não dá para chegar na hora da votação e dizer que não pode votar”, alertou o líder do PMDB, deputado Henrique Eduardo Alves (RN). “O apelo da emenda 29 na Câmara é mais forte do que o Código Florestal.”
Os deputados que defendem a PEC 300 devem aproveitar a má-intenção dos aliados do Governo, e pressionar para que, pelo menos, mais um turno da medida seja aprovada na Câmara. O lamentável é que na política brasileira a dignidade e valorização profissional dos servidores da segurança pública fica a mercê de interesses políticos menores. Este é o Brasil.


PEC 300 Sendo Jantada !!!

A nota foi divulgada há quase uma semana, mas traz o aroma dos bastidores da negociação em torno da PEC 300, que estabelece o Piso Salarial Nacional para as polícias e bombeiros brasileiros. Segundo a Folha de São Paulo, a recém-empossada Ministra das Relações Institucionais, a excelentíssima senhora Ideli Salvatti, protagonizou o seguinte episódio:
Em jantar com governadores do Nordeste, Ideli Salvatti pediu o engajamento de todos para evitar a aprovação da PEC 300, que estabelece piso salarial para policiais.
Eduardo Campos (PSB-PE) reagiu: “Eu não vou para a porta do Congresso pedir voto contra um projeto que o Tarso Genro rodou o Brasil defendendo” – o então ministro da Justiça era a favor da emenda, com a ressalva de que não se deveria fixar valores.
Quando a nova ministra mencionou que, desde segunda-feira, pedia a Dilma Rousseff que os recebesse, Campos atalhou: “Com todo o respeito, a senhora sentou nessa cadeira agora. Nós somos governadores eleitos. Não precisamos de ajuda para falar com a presidente”. E completou: “Nós somos aliados! Não estamos aqui para chantagear o governo!”.
Enquanto isso, no Rio Grande do Sul, onde o ex-ministro Tarso Genro acabou de ser eleito Governador, policiais estendem a seguinte faixa na fronteira do estado:
Bem-vindos!

11 junho 2011

Comandante Geral da PMAM Visita Humaitá-AM

Nomeação

Após assumir a função de Comandante Geral da Polícia Militar Amazonas em substituição ao Coronel Dan Câmara, Omar Aziz nomeou o ex-Coordenador do Grupo de Gestão Integrada da Secretaria de Estado da Segurança Pública (GGI), Coronel PM Almir David Barbosa, que já esteve à frente do Comando de Policiamento Especial (CPE) e é considerado ‘homem ficha limpa’ dentro e fora da instituição.


Trajetória

Coronel PM Almir David in­gressou na PMAM em janeiro de 1985, como aluno ofi­cial e, em 2008, chegou ao posto de coronel, após seguir a carreira como te­nente, capitão, major e te­nente coronel. Entre as prin­ci­pais funções já ex­er­cidas estão a de Co­man­dante do Batalhão de Poli­ci­a­mento Espe­cial (CPE), Co­man­dante do 1º Batalhão de Choque (1º BPChq), Co­man­dante do 4º e do 2º Batal­hões da Polícia Mil­itar e Co­man­dante de Poli­ci­a­mento Metropoli­tano (CPM).

Formação
O Coronel PM Almir David, que ex­ercia a função de Se­cretário Ex­ec­u­tivo do Gabi­nete de Gestão In­tegrada da SSP, é um dos servi­dores mais grad­u­ados da in­sti­tu­ição, tendo pas­sado por di­versos cursos ao longo da sua tra­jetória na PMAM, entre os quais o Curso de In­for­mações e Contra-In­for­mações na PM de Minas Gerais e os cursos nas áreas de In­teligência e de Geren­ci­a­mento de Crises, re­al­izados pela Sec­re­taria Na­cional de Se­gu­rança Pública. O Coronel é for­mado em Di­reito pela Uni­ver­si­dade Fed­eral do Ama­zonas (UFAM) e já re­cebeu di­versas con­dec­o­rações, como a Medalha Ti­radentes e a Medalha Mérito Poli­cial Mil­itar.
Visita a Humaitá-AM
E no último dia 08 de junho de 2011, o Coronel Almir David - Cmt Geral da PMAM, esteve visitando o município de Humaitá-AM, realizando visita a 4ª CIPM, Fórum, Ministério Público e a algumas autoridades locais, realizando um diagnóstico de como anda a segurança pública neste município e o que será necessário para que ocorra melhorias na Corporação.
Fonte e Foto: Seção de Comunicação da 4ª CIPM

02 junho 2011

Operação PAZ no Trânsito em Humaitá-AM

O Comando da 4ª CIPM concluiu a 1ª Fase da Operação PAZ no Trânsito, visando coibir e mitigar os altos índices de acidentes de trânsito ocorridos no município de Humaitá-AM. Desde o início da Operação já foram abordados centenas de veículos automotores. 

Durante a Operação foram apreendidos 51 veículos. O Comandante da 4ª CIPM, Capitão PM Márcio Leite, informa que iniciará a 2ª Fase de Fiscalização no Trânsito. Nesta fase a PM irá criar o patrulhamento de trânsito, com equipes policiais atuando exclusivamente na fiscalização.

O principal alvo desta Operação serão condutores embriagados, menores e os que não possuem CNH, além de condutores de veículos com escapamento barulhento, condutores em alta velocidade (Direção Perigosa).

"Após o início das Operações na cidade de Humaitá-AM, houve significativa redução nos acidentes de trânsito com vítimas e a intenção agora da PM é agir com maior rigor para prevenir que acidentes aconteçam", informou o Capitão PM Márcio Leite.  

Fonte e Foto: Seção de Comunicação da 4ª CIPM

01 junho 2011

PM de Humaitá-AM Cria Ronda Escolar

O Comando da 4ª CIPM está lançando em Humaitá-AM, o policiamento feito especificamente no âmbito escolar. A "Ronda Escolar", com dois policiais militares equipados com um veículo, de segunda a sexta-feira durante o horário escolar, visando planejar e implantar ações preventivas e socioeducativas junto aos alunos da rede municipal e estadual de ensino.

A Polícia Militar do Amazonas, no município de Humaitá-AM, busca prevenir as ações de violência nas escolas. O objetivo da ronda é dar um atendimento mais rápido e eficaz às unidade de ensino e à comunidade escolar, proporcionando proteção nos estabelecimentos de ensino, combatendo principalmente o tráfico de drogas, aliciamento de menores e ações de galeras rivais.   

Fonte e Foto: Seção de Comunicação da 4ª CIPM

PM Prende Acusados de Assalto e Tentativa de Homicídio

A Polícia Militar do Amazonas, no município de Humaitá efetuou no último dia 30 de Maio de 2011, por volta das 22h00min, à prisão dos cidadãos infratores Willian de Souza Nunes, 18 anos, vulgo "Monstro" e Renato Soares de Moraes, 19 anos, vulgo "Neguinho".

Ambos os acusados estavam foragidos, pois os mesmos participaram de vários roubos, além de uma tentativa de homicídio. O fato mais recente do acusado "Monstro", que é velho conhecido no meio policial, foi sua participação no assalto do dia 05 de Abril do corrente, na Mercearia São Francisco, na qual o acusado alvejou a vitima (dono do estabelecimento), com um tiro na altura do rosto. 

A guarnição fazia rondas ostensivas pela Rua Manoel Lobo, bairro São Pedro, quando deparou-se com os acusados que atendem pela alcunha de "Monstro " e "Neguinho". No momento em que foi dado voz de prisão aos acusados, os mesmos empreenderam fuga para um terreno baldio.

A guarnição então começou a perseguição aos acusados até lograrem êxito na captura, ambos foram presos e conduzidos até a 8ª DRPC, com suas integridades físicas e morais preservadas para os procedimentos da justiça.

Fonte: Seção de Comunicação da 4ª CIPM