02 maio 2014

Vejam o que a Presidente Dilma Rousseff disse Sobre as Greves na PM

Vejam o que publicou-se a redação na Coluna do Jornal Amazonas em Tempo, com relatos da Presidente Dilma Rousseff, sobre as paralisações das policias militares brasileiras, será que ainda votarão nela ? Será que algum policial militar será capaz de delegar seu voto a algum petista ?

Vocês caros policiais já se esqueceram o que a Presidente Dilma e o Ministro Eduardo Cardozo fizeram com o PRONASCI e a Bolsa Formação, CANCELARAM, cortaram para que os policiais não usufrissem...

Na manhã da quarta-feira 16/04, o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) declarou a ilegalidade da greve da Polícia Militar (PM). Na concepção do Supremo Tribunal Federal (STF), os militares e equiparados são proibidos de fazer greve

As mesmas interpretações poderiam ter atingido o ensaio grevista dos policiais militares do Amazonas, se um esforço conciliatório não fosse desenvolvido na madrugada de segunda-feira 28, com o governo do Estado empenhados num exitoso “sossega leão”.
Ontem (30/04), a presidente Dilma Rousseff, na Bahia, criticou a realização de greves por forças policiais e as classificou como “inadmissíveis” e conclamou a sociedade a “repudiar este tipo de atitude”

Houve paralisações na Bahia, Rio Grande do Norte e Amazonas. Em todos esses Estados, a situação poderia ter sido evitada. O que aconteceu foi um desencontro injustificável entre a inteligência dos governos estaduais e as tropas descontentes. Houve arrogância, sustentada na inconstitucionalidade do movimento paredista. No Amazonas, o comando garantiu que não haveria paralisação.

Claro, a sociedade civil, que já exige mais segurança, sofreu mais esse abalo. A própria Dilma reconheceu a fragilidade da segurança, quando afirmou, lá na Bahia, “o Brasil inteiro tem este problema. Você me aponta o Estado que resolveu...”. A questão, vista não apenas pelo aspecto legal da “indisciplina” das tropas é que os governantes estaduais e federal consideram as polícias civil e militar como forças paramilitares dos seus governos e não como aparelhos do Estado.

Sempre se beneficiando do erro ou da estratégia de confundir o público com o privado. Polícia não é tropa de jagunço. Nem existe para servir a governos. A interpretação precisa ser alterada. Para o bem de todos e a felicidade geral da nação.
Fonte e Foto: Amazonas em Tempo